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23/12/2011

2ª Conferência myMPeL, 2011


No dia 21 de Outubro de 2011 teve lugar a 2ª Conferência myMPeL, 2011 - conferência do mestrado em Pedagogia do Elearning. Este ano a organização do evento coube aos estudantes da 4ª edição.
Tive a sorte de fazer parte da equipa que mais de perto trabalhou no processo de génese e organização da conferência. A colega MJoão, que tem mais apetência para relatos de aprendizagem, descreve tudo no seu blogue de mestrado Beyond Elearning.
Para além da parte organizativa, participei com um singelo Pecha Kucha, adaptação de um trabalho feito para a unidade curricular de “Conceção e Avaliação em Elearning”.  


05/08/2011

Participação na ED-MEDIA 2011

 
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O último trabalho da unidade curricular de Modelos de Ensino a Distância (MED) consistiu na opção por elaborar um artigo para submeter à conferência anual da ED-MEDIA (World Conference on Educational Multimedia, Hypermedia & Telecommunications). O trabalho foi realizado em grupo, com as colegas Maria João, Marina e com a Professora Doutora Lina.
Foi realizado totalmente online e de forma intensamente colaborativa. A aprendizagem daqui resultante foi vasta e profunda, desde a experiência de escrever e submeter um artigo académico, ao uso de ferramentas online para trabalho colaborativo (sobretudo Google Docs, Dropbox e Skype), às competências de trabalho em equipa até à vivência da participação numa conferência mundial.
A apresentação do artigo exigiu muito trabalho estratégico e de treino e novamente a colaboração foi fundamental e verificável inclusive no momento de apresentação. A presença de colegas de mestrado e de professores da Universidade Aberta foi importante pela força anímica do espírito de grupo.
Obrigada a todos.

04/03/2010

Experiência Educativa no Second Life


Mais uma experiência em grupo no Second Life (SL) para assistir a uma palestra com a investigadora Sarah Robbins (evento que integra a Virtual Worlds Education Roundtables 2010).
O entusiasmo súbito de alguns iniciantes neste mundo virtual pode constranger almas mais calmas, cínicas (na acepção filosófica do termo) e desconfiadas. Às vezes, é mais sentido o deixarmo-nos conquistar por algo que vamos conhecendo. Temos mais tempo para pensar sobre o sentido e a validade do recurso. Num mundo acelerado como este das novidades da Web, temos a sensação que muitas acções são feitas sem pensar: como são novas, os colegas já fizeram e é preciso inscrever-se para aceder aqui ou acolá, lá vamos seguindo a onda ou o “buzz” ou o “twit”… Sabe melhor a descoberta, o reconhecimento de que há potencial pedagógico.
Se não fossem as amarras do dever do curso sugeria uma palestra sobre os fundamentos metafísicos do SL ou fazia a proposta de escrevermos um romance no género da escrita criativa passado numa ilha do SL.
Ainda bem que há outro mundo onde podemos estar numa bancada, de pé ou sentados, a ouvir uma oradora e, simultaneamente, no mundo real, estamos a prestar atenção ou estamos a fazer outra coisa…

As transcrições da Virtual Worlds Education Roundtables 2010 podem ser vistas aqui. 

13/02/2010

Uma nuvem de palavras do mestrado

Para quem não sabe, uma nuvem de palavras é uma representação visual de palavras ou etiquetas (tags) geradas pelos utilizadores. São dispostas segundo diversas formas e a frequência é mostrada pelo tamanho da fonte e/ou da cor. Se quiser fazer a sua nuvem de palavras, vá por ex., a Word It out ou Wordle; se pretende uma nuvem de tags pode ir a TagCrowd ou makecloud, entre outros.
Para ver outra versão da nuvem de palavras do mestrado, clique aqui.

12/02/2010

Experiência como estudante no módulo de ambientação online



Escrever é para alguns uma tarefa hercúlea, saindo as palavras cinzeladas, como se de uma escultura marmórea se tratasse. O dever e a força de vontade lá acabam por gerar o texto. Parece estranho, se pensarmos que as pessoas são criaturas que têm a necessidade de narrar, facto que tem sido potenciado com o uso das novas tecnologias. A primeira descoberta foi aperceber-me que este módulo de ambientação online (e todo o curso de mestrado, dada a sua característica a distância) se baseia na comunicação escrita – aspecto crítico, em meu entender, quer pelo factor idiossincrático da não apetência para a escrita, quer pelo esforço e tempo na leitura de um volume considerável de textos. Estar consciente dos aspectos críticos constitui uma boa defesa e foi isso que todos expressámos e discutimos numa das actividades deste módulo.
Estes aspectos críticos não suplantam os aspectos positivos que foram emergindo, como por ex., a materialização do que é a colaboração online, apanágio por excelência da Internet. Esta traduziu-se não só na ajuda em resolver obstáculos, como na construção de saber (ideias, consensos).