I’m Portuguese, living in the capital.
I’m a formal and informal elearner. Formally I’m engaged in a master course programme on Elearning Pedagogy at Universidade Aberta, Portugal. My research topic is content curation.
I’m a language junior-high school teacher.
You can find me online here.
I’ll do my best to get the most of this #etmooc. There are people and themes which are of great interest for my personal and professional growth.
23/01/2013
30/06/2012
Content Curation for Personal Learning and Sharing
Are you a content curator?
Don’t know what that exactly means but you’re still curious?
Of course, you’re a curator, you’ve always been one, what’s the big deal?
If you’re interested in developing an emergent literacy or if you are already a master Yoda on curation and are willing to share what you know, either way, come and join us at the PLEConf 2012 Aveiro workshop #A10 “Content Curation for Personal Learning and Sharing”.
Torna-te um poderoso pesquisador do Google
![]() |
| Image available at Google Search Tips |
Porquê procurar a passo de caracol, quando se pode procurar tudo de forma rápida no Google?
Não percam o curso grátis, online e em comunidade promovido pela Google “Power Searching with Google”. Foi concebido ao estilo MOOC (Massive Open Online Course) com recurso a ferramentas sociais para comunicação. Começa no dia 10 de julho e decorre durante duas semanas.
Experimentem para verem como a aprendizagem deixou de ser fechada, formal, paga.
Há vida e aprendizagem para além do Facebook, people!
Podem ler no blogue oficial da Google e inscreverem-se aqui.
23/12/2011
2ª Conferência myMPeL, 2011
No dia 21 de Outubro de
2011 teve lugar a 2ª Conferência myMPeL, 2011 - conferência do mestrado em
Pedagogia do Elearning. Este ano a organização do evento coube aos estudantes da 4ª
edição.
Tive a sorte de fazer
parte da equipa que mais de perto trabalhou no processo de génese e organização
da conferência. A colega MJoão, que tem mais apetência para relatos de
aprendizagem, descreve tudo no seu blogue de mestrado Beyond Elearning.
Para além da parte
organizativa, participei com um singelo Pecha Kucha, adaptação de um trabalho
feito para a unidade curricular de “Conceção e Avaliação em
Elearning”.
View more presentations from MPeL-Master Degree Elearning Pedagogy
05/08/2011
Participação na ED-MEDIA 2011
View more presentations from MPeL
O último trabalho da unidade curricular de Modelos de Ensino a Distância (MED) consistiu na opção por elaborar um artigo para submeter à conferência anual da ED-MEDIA (World Conference on Educational Multimedia, Hypermedia & Telecommunications). O trabalho foi realizado em grupo, com as colegas Maria João, Marina e com a Professora Doutora Lina.
Foi realizado totalmente online e de forma intensamente colaborativa. A aprendizagem daqui resultante foi vasta e profunda, desde a experiência de escrever e submeter um artigo académico, ao uso de ferramentas online para trabalho colaborativo (sobretudo Google Docs, Dropbox e Skype), às competências de trabalho em equipa até à vivência da participação numa conferência mundial.
A apresentação do artigo exigiu muito trabalho estratégico e de treino e novamente a colaboração foi fundamental e verificável inclusive no momento de apresentação. A presença de colegas de mestrado e de professores da Universidade Aberta foi importante pela força anímica do espírito de grupo.
Obrigada a todos.
31/03/2011
06/03/2011
Are We Wired For Mobile Learning?
26/02/2011
E-Portefólio CAEL
Fig. Assessment Systems and Electronic Portfolios: Balancing Accountability with Learning. (Barrett, 2005, p. 12)
O E-PORTEFÓLIO CAEL
Propósito
O e-portefólio CAEL constitui um elemento de avaliação desta unidade curricular (mestrado em Pedagogia do E-Learning 4ª edição, Universidade Aberta). Segundo as orientações deverá reunir produtos resultantes de cada actividade desenvolvida e reflexões pessoais sobre o processo de trabalho subjacente à sua realização. Este instrumento deverá agregar recursos diversos e pertinentes que complementem ou enriqueçam a abordagem da temática.
Constrangimentos iniciais
A primeira dificuldade na realização deste e-portefólio foi a falta de tempo para a elaboração cronológica, o “diário de bordo”, como seria o ideal. A realidade da concepção deste mestrado veio a demonstrar que as actividades realizadas online consomem muito tempo aos aprendentes, afirmo-o com a experiência de já ter frequentado na mesma instituição um curso de mestrado presencial. Esta UC não foi excepção – as actividades demoraram tempo a realizar-se, não só pelo factor ambiente online, mas também pelo facto de os colegas com quem trabalhámos serem pessoas exímias no seu trabalho e empenho e, por isso, forçando todos a dar o melhor de si mesmos, indo mais longe a cada actividade.
O segundo constrangimento foi a necessidade de ser o próprio aprendente a esquadrinhar uma estrutura para o portefólio. Penso que semelhante constrangimento pode não ter o mesmo peso e nem chegar a ser constrangimento para alguns colegas de mestrado. Para mim, representa constrangimento porque trabalho melhor, ou produzo melhor, quando tenho linhas orientadoras objectivas, o que pode estar relacionado com a forma de raciocinar, avessa a primeiras impressões, mais tendente a procurar relações de causa e efeito, a analisar e sintetizar. Esta tendência analítica projecta-se melhor quando orientada para propósitos claramente delineados.
Associado a este constrangimento está o receio de seguir um caminho que pode não ir ao encontro das expectativas da professora e que, tendo este instrumento um peso apreciável na avaliação da UC, isso implique uma desvalorização na avaliação. Vencida esta fase, encontrei uma estrutura organizativa própria.
Sou principiante em e-portefólio, mas não em portefólios tradicionais. Em 2008, tive 20 horas de formação sobre portefólios, na disciplina de Supervisão Pedagógica e Desenvolvimento Profissional, no âmbito do curso de Formação Especializada em Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores. No mesmo ano apliquei os conhecimentos adquiridos, ao integrar uma equipa multidisciplinar no Agrupamento de Escolas de Bucelas com a incumbência de elaborar uma “Proposta de Orientações para a Construção do Portefólio do Professor” para efeitos de avaliação de desempenho do pessoal docente. Já no âmbito do MPEL, para a UC de Comunicação Educacional elaborámos um portefólio de avaliação – para este trabalho foi muito vantajoso, para além das indicações do professor, o facto de este nos ter facultado portefólios de colegas da edição do mestrado anterior, com exemplos de bons portefólios.
Caracterização do e-portefólio CAEL
Barrett (2005) cita Barton & Colins (1993) para afirmar que o acto mais significativo na preparação do portefólio é a decisão sobre o propósito deste (p. 14). No sentido de seguir as orientações da UC, este portefólio assume uma faceta híbrida: é de aprendizagem, pelo teor reflexivo sobre o qual assenta, e é de avaliação.
Este portefólio evidencia uma voz de aprendente autêntica, tal como entendida por Barrett (2005, p. 10). Está patente desde logo na escolha da estrutura (a autonomia para seleccionar a estrutura tem a vantagem de tornar mais evidente essa voz) e nas descrições e considerações sobre a aprendizagem.
A um curso cuja sequência metodológica é apresentada de forma objectiva, clara e relativamente uniforme ao longo do tempo, adequa-se uma organização do e-portefólio também clara, simples e uniforme.
A estrutura do e-portefólio CAEL
Para ler facilmente o e-portefólio CAEL deverá aceder-se ao separador superior, barra horizontal, e clicar na página “E-Portefólio CAEL”, que funciona como uma espécie de índice automático para todos os posts pela ordem cronológica de desenvolvimento dos conteúdos do curso.
- O post Roteiro de Conteúdos enuncia os temas, objectivos, competências e respectivos recursos.
- Para cada tema há dois posts:
1.º post - A Actividade de Grupo, com a seguinte estrutura:
Apresentação do tema e da actividade;
1. Descrição e incorporação do trabalho de grupo;
2. Referência à contribuição individual (quando pertinente);
3. Redacção de reflexões a propósito da actividade, a que designei “considerações gerais”.
2.º post – Discussão no Fórum, com a seguinte estrutura:
1. Síntese dos assuntos abordados durante o debate;
2. Destaque do contributo individual. Neste espaço, em jeito de auto-avaliação, destaco temas ou iniciativas em que participei. (1)
3. Considerações gerais, em que apresento reflexões a propósito da actividade.
4. Bibliografia referida no debate. Durante os dias de debate, muitos colegas foram apresentando bibliografia quer para fundamentar ideias, quer simplesmente para partilhar. Considerei este aspecto muito importante e penso que a minha resolução de reunir as referências bibliográficas dispersas na imensidão de participações ao longo de cada debate geral uma mais-valia, um modo de agregar recursos, alguns preciosos.
Considerações finais sobre a elaboração deste e-portefólio
Reflectir requer tempo. Se inicialmente se escreveu que a falta de tempo para construir um verdadeiro diário de bordo foi um constrangimento, a verdade é que o tempo extra facultado pela professora no final da UC nos permitiu quer um conforto adicional quer o distanciamento que, às vezes, é necessário para apreciar algo sobre outros pontos de vista e como um todo.
Barrett utiliza o blogue “E-Portfolios for Learning”desde 2004, aí concentrando o seu “e-portefólio ao longo da vida”. Será que o blogue é a melhor ferramenta para todos os tipos de e-portefólio? Pessoalmente optei por usar o blogue de mestrado para a elaboração do meu primeiro e-portefólio porque o desígnio deste foi constituir o meu ambiente pessoal de aprendizagem. Antevi dificuldades desde a constituição inicial do e-portefólio, mas resisti a construir um novo blogue só para esse efeito. Admito agora que uma Wiki teria sido adequada à disposição organizada que este e-portefólio acabou por ter. Ligada à selecção do instrumento, surge o tipo de escrita. Será que eventuais leitores se comprazerão com a leitura de textos desta dimensão? Será que o blogue não requer uma escrita mais resumida e isso, por sua vez, não dificulta a redacção do pensamento reflexivo?
Não posso deixar de mencionar as vantagens mais visíveis da elaboração deste e-portefólio, designadamente a possibilidade de dispor, num espaço único, recursos que me serão futuramente úteis neste percurso de estudos em e-learning; a oportunidade de me estrear no universo dos e-portefólios e praticar, entre outras competências, a reflexão crítica sobre temas da concepção e avaliação em e-learning.
Aspectos a considerar na temática dos e-portefólios
Futuramente estarei mais desperta para questões decorrentes da construção de um e-portefólio, quer na perspectiva de estudante quer na de professora. Os meus objectivos pessoais centrar-se-ão:
- na exploração do blogue de Barrett;
- no aprofundamento do conceito de “reflexão” no âmbito do e-portefólio e nos modos de traduzir a reflexão na escrita online;
- na melhoria deste e-portefólio, por exemplo, agregando as produções dos colegas e criando ligações para os seus e-portefólios.
O que se depreende da bibliografia sobre e-portefólios (para além da anteriormente referida: Barberà, 2006; Amante, 2009; Attwell, 2009) é, a meu ver, uma exigência sobre a fundamentação (pertinência) e planificação rigorosa deste instrumento. Em e-learning, como temos à disposição uma panóplia de atracções tecnológicas, é fácil deixar-se seduzir pelas inovações com potencial educativo, sem conhecer os reais benefícios da adopção de tais estratégias. No que concerne a investigação nesta área, na senda das conclusões da Professora Lúcia Amante (2009), reforço a necessidade de desenvolver investigação aprofundada sobre este instrumento.
Referências bibliográficas
Amante, L. (2009). A Avaliação das Aprendizagens em Contexto Online: O E-Portefólio como Instrumento Alternativo. Actas da VI Conferência Internacional das TIC na Educação - Challenges 2009.
Attwell, G. (2009). A Reflection on Reflection. Pontydysgu (Blogue). Disponível em http://www.pontydysgu.org/2009/05/a-refection-on-reflection/. Acedido em 25/02/2011.
Barberà, E. (2006). Aportaciones de la tecnología a la e-Evaluación. RED. Revista de Educación a Distancia, Año V. Número monográfico VI.
Barrett, H. (2005). White Paper: Researching Electronic Portfolios and Learner Engagement. In Journal of Adolescent and Adult Literacy (JAAL-International Reading Association).
Barrett, H. (2007). How to use WikiSpaces to create an interactive electronic portfolio. Wiki. Disponível em http://eportfolios.wikispaces.com/how-to. Acedido em 25/02/2011.
Barrett, H. (s. d.). Using Blogger Pages to Create an ePortfolio. [Página de Blogue] E-Portfolios for Learning. Disponível em http://blog.helenbarrett.org/p/using-blogger-to-maintain-eportfolio.html. Acedido em 25/02/2011.
Notas
(1) A decisão de não incorporar neste espaço capturas de ecrã das minhas participações mais significativas no fórum de discussão da plataforma Moodle, prende-se com o factor privacidade (minha e dos colegas). No 1.º semestre, na UC de Processos Pedagógicos em E-Learning foi abordada a questão da transparência versus privacidade no ensino online e foi-nos dada a opção sobre o que publicar. Tal como o Professor Morten Paulsen, acredito que se deve pensar e seleccionar o que é tornado público. Barrett (2007) na página Wiki “eportfolios” afirma que cabe ao autor do e-portefólio decidir que partes são tornadas públicas e fornece indicações de como fazê-lo na Wiki. No blogue não há como fazê-lo. Para todos os efeitos, as participações de qualquer utilizador inscrito na disciplina de CAEL, no Moodle, estão acessíveis a todos os utilizadores e são facilmente pesquisadas.
09/02/2011
CAEL Tema 4 - A Discussão no Fórum
Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação em contexto de formação online

1. Síntese dos assuntos abordados
O debate manteve as características dos anteriores, aberto a todas as questões e muito participado. Os mestrandos têm a possibilidade de seleccionar o tema, o enquadramento ou responder directa ou indirectamente à participação de determinado colega. A quantidade de ideias lançadas é extraordinária, já que a liberdade, a reflexão e o pensamento crítico geram mais debate; a repetição de argumentos e a dispersão de ideias são o reverso.
Se registarmos aqui os títulos dos fios criados dentro dos dois tópicos para discussão, conseguimos uma visão da profusão de ideias.
O 1º tópico a surgir (“Quem abre o debate”) não teve um tema, expandiu-se por 125 participações com os seguintes fios e temas:
- [“Quem abre o debate”]
Visibilidade do percurso de aprendizagem através do e-portefólio
Saber partilhado
Práticas de hetero e auto-avaliação
Necessidade de feedback relativa as trabalhos realizados
- Transparência, aprendizagem e avaliação
- E-portefólio em actualização
- Discussões assíncronas – limitações
- Efeitos positivos da avaliação das discussões
- [intervenção no fórum] assíncrona quase síncrona
- Timidez e avaliação
- Feedback e motivação
- Feedback de quem?
- Intervenções do e-professor
- Número de e-alunos por e-professor
- Exposição na Web/rigor científico
- Comunicação mediada por computador
- Uso das ferramentas no ensino
- A visibilidade das ferramentas
- Concepção de ensino online
- Novos paradigmas/novas formas de aprendizagem?
- Competências e programas nacionais [do ensino presencial]
2º tópico - Discussões assíncronas e avaliação, com 74 participações:
- Discussões assíncronas - número de e-alunos por e-actividade?
- Grupos de discussão restritos e avaliação
- Auto-avaliação e desistência
- Discussões assíncronas e avaliação – Rubricas
- Tipos de intervenções
2. Destaque do contributo individual
O tema das discussões assíncronas, a sua gestão e avaliação é um tema central no ensino online, apercebi-me disso, de forma fundamentada, através da leitura e do trabalho à volta do artigo de Vonderwell, Liang & Alderman (2007). As discussões levadas a cabo nas várias UC deste mestrado e, em particular, nesta UC, CAEL, sempre me suscitaram dúvidas metódicas. Neste tema encontrei a oportunidade ideal investigar temáticas e estudos publicados, já que o debate no fórum geral não propiciava maior conhecimento do assunto.
Assim, tomei a iniciativa de abrir um 2º tópico no fórum geral (Discussões assíncronas e avaliação). Tentando convocar a estrutura dos fóruns de discussão, apresentei o artigo de Wolf, B. & Dosdall, M. (2010) que estuda a relação entre a participação em discussões assíncronas e os resultados da avaliação formal (exames) dos estudantes, partindo da preocupação relativa à participação excessiva em discussões, deixando o seguinte extracto:
"Although the authors found no evidence that robust participation in asynchronous discussions can harm student exam performance below 4,000 words posted per week, it is important to recognize that enthusiastic participation may have adverse effects that fall on the peers of the most active discussion participants. Some students may feel overwhelmed by the amount of information being posted by their peers, for instance, and respond by withdrawing from the discussions and/or the course (Palloff & Pratt, 1999). To address this concern, the authors believe it is important to let students know that they are not required to read every post. Instructors may also wish to flag particularly important posts for their students, or have their teaching assistants do so, if no limits are placed on participation."
Houve muitas respostas directas, muitos aspectos foram levantados, como atestam os títulos dos fios criados, e sobretudo gerou-se mais conhecimento com os aportes que os colegas foram registando, alguns fundamentados por bibliografia. No final da discussão apercebi-me, efectivamente, do alcance de um grande desenvolvimento do tópico das discussões assíncronas online, conseguido graças ao debate e à contribuição profícua dos colegas.
3. Considerações gerais
Foi notória uma maior e significativa intervenção da professora. Numa das intervenções, categorizou os contributos dos mestrandos e sistematizou ideias centrais, recorrendo a fundamentação bibliográfica. Os pontos-chave da sua participação inicial, atendendo às questões debatidas foram:
- E-Portefólios e fóruns de discussão enquanto ferramentas metacognitivas. Para se perceber a importância da metacognição, vejam-se os artigos:
Um Apoio ao Processo de Aprendizagem
Metacognição e seus Contornos
- Papel do professor, cuja presença deve ser efectiva, não obstante o seu papel mais ou menos interventivo, dependendo das necessidades demonstradas pelo grupo, da natureza das aprendizagens e da natureza e dinâmica do próprio grupo. O professor “planifica, organiza, sugere recursos, actividades, observa os processos, intervém, problematiza quando necessário, estimula, supervisiona e avalia também, se for o caso”.
- O estudante como elemento central do processo de ensino-aprendizagem, cujo papel activo na construção, partilha e na reflexão sobre o seu próprio processo de aprendizagem, contribui para melhorar a qualidade desse processo no seio da comunidade de aprendizagem.
- “Educação problematizadora” na linha teorizada por Paulo Freire
- Interligação entre avaliação e acto pedagógico. A avaliação é continua e com recurso a instrumentos/actividades variados.
4. Bibliografia referida no debate
Baran, E. & Correia, A. P. (2009) Student-led facilitation strategies in online discussions. Distance Education, 30: 3, 339. Disponível em http://dx.doi.org/10.1080/01587910903236510
Bransford, J. D., Brown, A. L., & Cocking, R. R. (2000). How People Learn: Brain, Mind, Experience, and School. Washington, D. C.: National Academy Press.
Correia, A. P., & Baran, E. (2010). Lessons Learned on Facilitating Asynchronous Discussions for Online Learning. Educação, Formação & Tecnologias, 3(1), 59-67. Disponível em http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/viewFile/141/98
Means, B. (2006). Prospects for Transforming Schools with Technology-Supported Assessment. In Sawyer, R. K. (Ed.). (2006). The Cambridge handbook of the learning sciences. New York: Cambridge University Press.
Morais, C., Miranda, L., & Dias, P. (2007). Formas de interacção em discussões online. Revista FACED, nº 12, jul./dez., pp. 151-169. Disponível em http://www.portalseer.ufba.br/index.php/rfaced/article/download/2758/1946
Pelz, B. (2004). (My) Three Principles of Effective Online Pedagogy. Journal of Asynchronous Learning Networks, 8, 3.
Porto, S. C.(2002). A Avaliação da Aprendizagem em Educação a Distância. http://www.slideshare.net/joaojosefonseca/a-avaliao-da-aprendizagem-em-educao-distncia
Porto, S. C. (2005). A avaliação da Aprendizagem no Ambiente Online. In R.V. Silva e A. V.Silva (eds.) Educação, Aprendizagem e Tecnologia. Edições Sílabo: Lisboa.
Porto, S. C. eportfolio. Disponível em http://sporto.wordpress.com
Riding, R. (2003). School Learning and Cognitive Styles. London: David Fulton Publishers.
08/02/2011
CAEL Tema 4 – A actividade de grupo
Para o tema 4 “Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação em contexto de formação online”, lidos os temas propostos nos artigos da bibliografia, interessou-me particularmente o tema das discussões assíncronas online, daí a opção pelo artigo:
Vonderwell, S., Liang, X. & Alderman, K. (2007). Asynchronous Discussions and Assessment in Online Learning. Journal of Research on Technology in Education. Spring 2007; 39, 3; ProQuest Education Journals, 309-328.
1. O trabalho de grupo
À minha proposta de selecção de trabalho juntaram-se os colegas Nuno e Hugo. O resultado do trabalho, síntese da abordagem do artigo em PowerPoint, foi alojado no Slideshare:
Na elaboração do trabalho foram utilizadas, ferramentas de comunicação síncrona e de partilha de ecrã, como o Vyew, para discussão e edição em tempo rea,l e ferramentas de comunicação assíncrona (Mail, Wiki, Fórum do Moodle) tendo ficado evidências do resumo do trabalho realizado nesta Wiki:
(http://hugodomeportfoliocael04.pbworks.com/w/page/32848214/FrontPage)
2. A contribuição individual
O contributo individual mais objectivamente visível neste trabalho foi o resumo da 1ª parte do artigo, da pág. 1 à 6 (PDF antes de “Findings”) e a respectiva adaptação aos slides do PowerPoint.
3. Considerações gerais
1. Pessoalmente, o que antevia como maior desafio desta actividade era a construção do PowerPoint em si. Esta ferramenta é excelente quando usada para os fins a que se destina – a apresentação. É necessário dispor os conteúdos sem descurar a parte estrutural e visual. Um bom PowerPoint requer muito trabalho e arte. O colega Marco relembrou a este propósito alguns sites com indicações sobre o tema, entre eles o post “What everybody ought to know about using Powerpoint for e-learning”.
O momento de construção do PowerPoint consumiu, por isso, muito tempo e energia. Os slides tiveram de ser reformulados várias vezes, não só para ficarem com redacção sucinta, organizada e uniforme, mas também para adquirirem uma parte visual também uniforme e, essencialmente, apelativa.
2. O trabalho de todos os elementos do grupo está espelhado nos pormenores e no trabalho como um todo. Uma das mais-valias do trabalho de grupo, cooperativo e colaborativo, é a sinergia resultante da boa gestão das competências individuais dos seus elementos. Acredito que quanto mais heterogéneos são os elementos do grupo, mais são as perspectivas de aprendizagem. Aprendi muito com os meus colegas, relativamente ao tema em análise, ao processo de trabalho em grupo e à elaboração de um PowerPoint.
Vonderwell, S., Liang, X. & Alderman, K. (2007). Asynchronous Discussions and Assessment in Online Learning. Journal of Research on Technology in Education. Spring 2007; 39, 3; ProQuest Education Journals, 309-328.
1. O trabalho de grupo
À minha proposta de selecção de trabalho juntaram-se os colegas Nuno e Hugo. O resultado do trabalho, síntese da abordagem do artigo em PowerPoint, foi alojado no Slideshare:
Na elaboração do trabalho foram utilizadas, ferramentas de comunicação síncrona e de partilha de ecrã, como o Vyew, para discussão e edição em tempo rea,l e ferramentas de comunicação assíncrona (Mail, Wiki, Fórum do Moodle) tendo ficado evidências do resumo do trabalho realizado nesta Wiki:
(http://hugodomeportfoliocael04.pbworks.com/w/page/32848214/FrontPage)
2. A contribuição individual
O contributo individual mais objectivamente visível neste trabalho foi o resumo da 1ª parte do artigo, da pág. 1 à 6 (PDF antes de “Findings”) e a respectiva adaptação aos slides do PowerPoint.
3. Considerações gerais
1. Pessoalmente, o que antevia como maior desafio desta actividade era a construção do PowerPoint em si. Esta ferramenta é excelente quando usada para os fins a que se destina – a apresentação. É necessário dispor os conteúdos sem descurar a parte estrutural e visual. Um bom PowerPoint requer muito trabalho e arte. O colega Marco relembrou a este propósito alguns sites com indicações sobre o tema, entre eles o post “What everybody ought to know about using Powerpoint for e-learning”.
O momento de construção do PowerPoint consumiu, por isso, muito tempo e energia. Os slides tiveram de ser reformulados várias vezes, não só para ficarem com redacção sucinta, organizada e uniforme, mas também para adquirirem uma parte visual também uniforme e, essencialmente, apelativa.
2. O trabalho de todos os elementos do grupo está espelhado nos pormenores e no trabalho como um todo. Uma das mais-valias do trabalho de grupo, cooperativo e colaborativo, é a sinergia resultante da boa gestão das competências individuais dos seus elementos. Acredito que quanto mais heterogéneos são os elementos do grupo, mais são as perspectivas de aprendizagem. Aprendi muito com os meus colegas, relativamente ao tema em análise, ao processo de trabalho em grupo e à elaboração de um PowerPoint.
10/01/2011
CAEL Tema 3 - A Discussão no Fórum
Perspectivas sobre avaliação pedagógica: a avaliação das aprendizagens em contexto online
1. Síntese dos assuntos abordados
O debate dividiu-se por três tópicos. O 1º “Teoria versus Prática”, contou com 134 participações. A discussão iniciou-se com um tema inesperado para mim, atendendo à temática em apreciação “Perspectivas sobre avaliação pedagógica: a avaliação das aprendizagens em contexto online”, ou seja, antevia panoramas “perspectivas”, talvez algo mais abrangente do ponto de vista pedagógico. Em vez disso, a Mª João lançou-se/nos muitos passos à frente, já para o âmbito dos instrumentos – o (e)portefólio. Tive consciência que nos estávamos a adiantar, pois o e-portefólio deveria integrar o tema 4 “Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação em contexto de formação online”. O título foi muito bem seleccionado “Teoria versus Prática”, ou seja, o e-portefólio é uma das estratégias/instrumentos mais sonantes na actualidade para levar a cabo a avaliação baseada em princípios sócio-construtivistas, constitui portanto o lado prático das ideias sobre avaliação em contexto online. A questão levantada pela colega era clara: como operacionalizar esta estratégia de avaliação, mas não se reteve no geral e arremessou uma série de perguntas apropriadas e acutilantes.
- Relativamente ao professor perguntava: como avaliar um e-Portefólio; quando; utilizando que rubricas; feedback - quando e onde.
- Relativamente ao estudante: com que dificuldades se deparam os mestrandos na elaboração do e-portefólio no blogue; como contornam as dificuldades; como valorizam o e-portefólio; e os e-portefólios dos colegas?
Com esta argumentação quem poderia travar as respostas entusiastas, substanciais e fundamentadas que se seguiram?
O debate no 1º tópico depressa enveredou para a avaliação da estratégia da participação dos estudantes nos fóruns. O destaque dado à palavra “quantidade” na imagem do “Word it out” reporta-se à discussão sobre o modo de avaliação das participações relativamente à quantidade/qualidade.
No 2º tópico, foi lançado o tema “Diferentes avaliações para diferentes ambientes de aprendizagem?”, com 19 participações. Num outro tópico com 15 participações, partilharam-se reflexões sobre questões dos artigos, nomeadamente, o conceito multidimensional da avaliação; a problemática da verificação da identidade do sujeito avaliado e o feedback virtual como direito e dever. Ainda se registaram 4 participações sobre plágio.
3. Considerações gerais
Relativamente à discussão sobre os e-portefólios, considerei pertinente vincar questões ligadas aos objectivos e finalidades deste instrumento, esforçando-me por pensar além do âmbito restrito do nosso mestrado. Se uma das estratégias que ambicionamos implementar na avaliação de um curso é o e-portefólio, é necessário ter em atenção questões desta natureza: qual é a função da avaliação a privilegiar? Qual a ligação com as competências/objectivos do curso? Que devemos avaliar no e-portefólio? Posteriormente há que perguntar se o e-portefólio é o melhor instrumento a usar contrabalançando o que se pretende face ao número de avaliados. A ideia-chave para mim continua a ser esta: a adoptar-se o e-portefólio como um dos instrumentos/fontes de avaliação este deve ser bem pensado e planeado para o fim a que se destina.
Foi abordada uma questão muito importante: a avaliação formativa. É um conceito muito caro a teóricos das ciências da educação e constitui uma modalidade de avaliação muito falada, mas nem sempre operacionalizada de forma adequada. Penso ser importante distinguir, por um lado, modalidades de avaliação e, por outro, técnicas, instrumentos e critérios de avaliação que devem estar bem definidos no início de um curso, para que avaliador e avaliado se orientem e todo o processo seja claro. Não é por acaso que Barberà afirma, a propósito da avaliação online e do seu carácter multifacetado: “Em termos gerais pode afirmar-se que a avaliação reconhece-se mas não se conhece”(2006, p.5). Penso que debates como este contribuem para “conhecer” a avaliação.
Considerei muito importante alargar a discussão para além do âmbito da formação académica. Por vezes, é difícil abstrairmo-nos da nossa condição de mestrandos. As perspectivas sobre avaliação pedagógica podem centrar-se em linhas comuns, mas será necessário haver adequação ao tipo de formação e ao perfil do formando. Numa altura em que o e-learning se expande, esta questão é muito pertinente. Na qualidade de futuros formadores em e-learning, por exemplo, devemos estar alerta para esta realidade para sabermos adaptar quer a nossa postura, quer as estratégias metodológicas a implementar numa dada formação.
4. Bibliografia referida no debate
Amante, L. (2009). A Avaliação das Aprendizagens em Contexto Online: O E-portefólio como Instrumento Alternativo. Actas da VI Conferência Internacional das TIC na Educação - Challenges 2009
Attwell, G. (2009). A Reflection on Reflection. Pontydysgu (Blogue). Disponível em http://www.pontydysgu.org/2009/05/a-refection-on-reflection/
Oliveira, L. R. & Alves, M. P. (Orgs.) (2006). Aprendizagem Formal e Informal. I Encontro sobre e-Portefólio. Actas. Ludomedia – Conteúdos Didácticos e Lúdicos: Braga. Disponível em http://eportefolio.ese.ipsantarem.pt/eportefolio/images/stories/materiais/artigos/encontroe-portfolioportugal.pdf
Morgado, L. (2010). Ser Professor Online: Desafios de Ensinar na Rede. 1º Encontro UED Elearning 27 de Março de 2010. Disponível em http://www.slideshare.net/lmorgado/papel-do-professor-onlineensinar-na-rede?from=ss_embed
Porto S. C. (2005). A avaliação da Aprendizagem no Ambiente Online. In R. V. Silva e A. V. Silva (eds.) Educação, Aprendizagem e Tecnologia. Edições Sílabo: Lisboa.
Stefani, L., Mason, R. & Pegler, C. (2007). The educational potential of e-portfolios: supporting personal development and reflective learning. Londres: Routledge)
Lista de software antiplágio
-http://www.plagiarism-detector.com/?gclid=CIyG5dyhmqYCFcIj3wod4SuknQ
- http://turnitinsafely.com/buy_now_anti_plagiarism.html
-http://download.cnet.com/Viper-the-Anti-plagiarism-Scanner/3000-2051_4-10795356.html (gratuito)
- http://turnitin.com/static/index.php
1. Síntese dos assuntos abordados
O debate dividiu-se por três tópicos. O 1º “Teoria versus Prática”, contou com 134 participações. A discussão iniciou-se com um tema inesperado para mim, atendendo à temática em apreciação “Perspectivas sobre avaliação pedagógica: a avaliação das aprendizagens em contexto online”, ou seja, antevia panoramas “perspectivas”, talvez algo mais abrangente do ponto de vista pedagógico. Em vez disso, a Mª João lançou-se/nos muitos passos à frente, já para o âmbito dos instrumentos – o (e)portefólio. Tive consciência que nos estávamos a adiantar, pois o e-portefólio deveria integrar o tema 4 “Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação em contexto de formação online”. O título foi muito bem seleccionado “Teoria versus Prática”, ou seja, o e-portefólio é uma das estratégias/instrumentos mais sonantes na actualidade para levar a cabo a avaliação baseada em princípios sócio-construtivistas, constitui portanto o lado prático das ideias sobre avaliação em contexto online. A questão levantada pela colega era clara: como operacionalizar esta estratégia de avaliação, mas não se reteve no geral e arremessou uma série de perguntas apropriadas e acutilantes.
- Relativamente ao professor perguntava: como avaliar um e-Portefólio; quando; utilizando que rubricas; feedback - quando e onde.
- Relativamente ao estudante: com que dificuldades se deparam os mestrandos na elaboração do e-portefólio no blogue; como contornam as dificuldades; como valorizam o e-portefólio; e os e-portefólios dos colegas?
Com esta argumentação quem poderia travar as respostas entusiastas, substanciais e fundamentadas que se seguiram?
O debate no 1º tópico depressa enveredou para a avaliação da estratégia da participação dos estudantes nos fóruns. O destaque dado à palavra “quantidade” na imagem do “Word it out” reporta-se à discussão sobre o modo de avaliação das participações relativamente à quantidade/qualidade.
No 2º tópico, foi lançado o tema “Diferentes avaliações para diferentes ambientes de aprendizagem?”, com 19 participações. Num outro tópico com 15 participações, partilharam-se reflexões sobre questões dos artigos, nomeadamente, o conceito multidimensional da avaliação; a problemática da verificação da identidade do sujeito avaliado e o feedback virtual como direito e dever. Ainda se registaram 4 participações sobre plágio.
2. Destaque do contributo individual
A minha primeira intervenção foi no sentido de dar feedback a algumas questões já em debate acesso, mas sem um ponto de ordem. Sobre a avaliação (quantidade/qualidade) referi que o essencial é a definição por parte do professor de uma escala de parâmetros, que estabeleça o que constitui, por exemplo, o máximo, médio e mínimo. A definição de padrões empresta segurança não apenas ao avaliador, mas também ao avaliado.
Relembrei que a avaliação de uma UC não pode recair apenas sobre um instrumento de avaliação, pois resultará numa avaliação parcial, se não mesmo enviesada. A citação do artigo “Problemáticas da Avaliação Online” (Gomes, 2009) era essencial e viria a ser retomada na participação de vários colegas:
Num post seguinte tentei demonstrar, com uma lista de perguntas, que é necessário saber exactamente o que pretende o professor com a utilização do portefólio como instrumento de avaliação e se este é adequado ao curso. Lembrei as considerações de Attwell sobre a adequação do e-portefólio. Não podia estar mais de acordo com este autor quando diz que a reflexão nem sempre é um processo de aprendizagem fácil, até pode ser estéril quando se diz ao estudante: “Agora vá e reflicta” (que é o que sucede, muitas vezes, no caso da adopção dos e-portefólios). Para Attwell, uma das falhas das comunidades de e-learning é a tendência para seguir modas sem analisar o que resultou ou não resultou e as respectivas razões. No caso dos e-portefólios, isso leva a que não haja consenso quanto às abordagens. A conclusão a tirar é que a adoptar-se o e-portefólio como um dos instrumentos/fontes de avaliação, este deve ser bem pensado e planeado para o fim a que se destina.
Intervim como resposta a participações de colegas sobre a função do professor enquanto tutor, cujo grau de intervenção depende de vários factores, mas que no âmbito da avaliação se afigura essencial, sobretudo na vertente da avaliação formativa/de processo, constituindo um necessário feedback sobre o acompanhamento do formando.
Creio ser pertinente a reflexão feita por mim, lembrando que nem sempre se consegue aliar a teoria pedagógica à prática e quando isso sucede é inútil fazer floreados verbais para contornar a situação, mais vale assumir.
No tópico “Diferentes avaliações para diferentes ambientes de aprendizagem?”, tentei fornecer sugestões práticas à questão levantada, fundamentando as ideias nos textos estudados, de forma crítica. Os testes automatizados, disponíveis numa plataforma de aprendizagem, só porque não remetem para a “construção social do conhecimento”, como pressupõe Primo (2006), não deixam de ser válidos, quando conjugados com outros instrumentos/fontes, podendo constituir um elemento eficaz, assumindo, por exemplo, a função de teste formativo ou de aferição de conhecimentos. Para formandos, que procuram uma formação técnica, recomendei a estratégia da resolução de problemas, para uma ligação entre saberes e a mundividência dos formandos, resultando numa maior motivação e melhores resultados. Para as reflexões casuais e autónomas da parte dos formandos sugeri a proposta de Attwell. Este autor encara a reflexão como uma conversa, consigo mesmo ou com os outros e, para ele, o espaço ideal é fora do escritório, num Pub, com um iPod ou no verso de um envelope. Se o que conta é o processo e não o meio, porque não usar o áudio digital (que poupa tempo, não sendo escrito, e é mais rico em expressividade). Uma proposta para a perguntar “como avaliar a participação em ambientes sociais online” poderia passar pelo Voice Thread e por indicações e parâmetros claros do professor.
Neste fórum abri o tópico: “Reflexão sobre questões dos artigos” e dentro deste lancei os temas “A problemática da verificação da identidade do sujeito avaliado” e “Feedback virtual como direito e dever e a questão”, que tiveram feedback significativo.
A minha primeira intervenção foi no sentido de dar feedback a algumas questões já em debate acesso, mas sem um ponto de ordem. Sobre a avaliação (quantidade/qualidade) referi que o essencial é a definição por parte do professor de uma escala de parâmetros, que estabeleça o que constitui, por exemplo, o máximo, médio e mínimo. A definição de padrões empresta segurança não apenas ao avaliador, mas também ao avaliado.
Relembrei que a avaliação de uma UC não pode recair apenas sobre um instrumento de avaliação, pois resultará numa avaliação parcial, se não mesmo enviesada. A citação do artigo “Problemáticas da Avaliação Online” (Gomes, 2009) era essencial e viria a ser retomada na participação de vários colegas:
Diversificar os momentos, fontes e instrumentos de avaliação são medidas importantes na educação a distância (online) pois ajudam o professor a construir um perfil de cada estudante através do cruzamento de informações, permitindo que todo o processo se torne mais claro e fidedigno. (p. 1679)
Num post seguinte tentei demonstrar, com uma lista de perguntas, que é necessário saber exactamente o que pretende o professor com a utilização do portefólio como instrumento de avaliação e se este é adequado ao curso. Lembrei as considerações de Attwell sobre a adequação do e-portefólio. Não podia estar mais de acordo com este autor quando diz que a reflexão nem sempre é um processo de aprendizagem fácil, até pode ser estéril quando se diz ao estudante: “Agora vá e reflicta” (que é o que sucede, muitas vezes, no caso da adopção dos e-portefólios). Para Attwell, uma das falhas das comunidades de e-learning é a tendência para seguir modas sem analisar o que resultou ou não resultou e as respectivas razões. No caso dos e-portefólios, isso leva a que não haja consenso quanto às abordagens. A conclusão a tirar é que a adoptar-se o e-portefólio como um dos instrumentos/fontes de avaliação, este deve ser bem pensado e planeado para o fim a que se destina.
Intervim como resposta a participações de colegas sobre a função do professor enquanto tutor, cujo grau de intervenção depende de vários factores, mas que no âmbito da avaliação se afigura essencial, sobretudo na vertente da avaliação formativa/de processo, constituindo um necessário feedback sobre o acompanhamento do formando.
Creio ser pertinente a reflexão feita por mim, lembrando que nem sempre se consegue aliar a teoria pedagógica à prática e quando isso sucede é inútil fazer floreados verbais para contornar a situação, mais vale assumir.
No tópico “Diferentes avaliações para diferentes ambientes de aprendizagem?”, tentei fornecer sugestões práticas à questão levantada, fundamentando as ideias nos textos estudados, de forma crítica. Os testes automatizados, disponíveis numa plataforma de aprendizagem, só porque não remetem para a “construção social do conhecimento”, como pressupõe Primo (2006), não deixam de ser válidos, quando conjugados com outros instrumentos/fontes, podendo constituir um elemento eficaz, assumindo, por exemplo, a função de teste formativo ou de aferição de conhecimentos. Para formandos, que procuram uma formação técnica, recomendei a estratégia da resolução de problemas, para uma ligação entre saberes e a mundividência dos formandos, resultando numa maior motivação e melhores resultados. Para as reflexões casuais e autónomas da parte dos formandos sugeri a proposta de Attwell. Este autor encara a reflexão como uma conversa, consigo mesmo ou com os outros e, para ele, o espaço ideal é fora do escritório, num Pub, com um iPod ou no verso de um envelope. Se o que conta é o processo e não o meio, porque não usar o áudio digital (que poupa tempo, não sendo escrito, e é mais rico em expressividade). Uma proposta para a perguntar “como avaliar a participação em ambientes sociais online” poderia passar pelo Voice Thread e por indicações e parâmetros claros do professor.
Neste fórum abri o tópico: “Reflexão sobre questões dos artigos” e dentro deste lancei os temas “A problemática da verificação da identidade do sujeito avaliado” e “Feedback virtual como direito e dever e a questão”, que tiveram feedback significativo.
3. Considerações gerais
Relativamente à discussão sobre os e-portefólios, considerei pertinente vincar questões ligadas aos objectivos e finalidades deste instrumento, esforçando-me por pensar além do âmbito restrito do nosso mestrado. Se uma das estratégias que ambicionamos implementar na avaliação de um curso é o e-portefólio, é necessário ter em atenção questões desta natureza: qual é a função da avaliação a privilegiar? Qual a ligação com as competências/objectivos do curso? Que devemos avaliar no e-portefólio? Posteriormente há que perguntar se o e-portefólio é o melhor instrumento a usar contrabalançando o que se pretende face ao número de avaliados. A ideia-chave para mim continua a ser esta: a adoptar-se o e-portefólio como um dos instrumentos/fontes de avaliação este deve ser bem pensado e planeado para o fim a que se destina.
Foi abordada uma questão muito importante: a avaliação formativa. É um conceito muito caro a teóricos das ciências da educação e constitui uma modalidade de avaliação muito falada, mas nem sempre operacionalizada de forma adequada. Penso ser importante distinguir, por um lado, modalidades de avaliação e, por outro, técnicas, instrumentos e critérios de avaliação que devem estar bem definidos no início de um curso, para que avaliador e avaliado se orientem e todo o processo seja claro. Não é por acaso que Barberà afirma, a propósito da avaliação online e do seu carácter multifacetado: “Em termos gerais pode afirmar-se que a avaliação reconhece-se mas não se conhece”(2006, p.5). Penso que debates como este contribuem para “conhecer” a avaliação.
Considerei muito importante alargar a discussão para além do âmbito da formação académica. Por vezes, é difícil abstrairmo-nos da nossa condição de mestrandos. As perspectivas sobre avaliação pedagógica podem centrar-se em linhas comuns, mas será necessário haver adequação ao tipo de formação e ao perfil do formando. Numa altura em que o e-learning se expande, esta questão é muito pertinente. Na qualidade de futuros formadores em e-learning, por exemplo, devemos estar alerta para esta realidade para sabermos adaptar quer a nossa postura, quer as estratégias metodológicas a implementar numa dada formação.
4. Bibliografia referida no debate
Amante, L. (2009). A Avaliação das Aprendizagens em Contexto Online: O E-portefólio como Instrumento Alternativo. Actas da VI Conferência Internacional das TIC na Educação - Challenges 2009
Attwell, G. (2009). A Reflection on Reflection. Pontydysgu (Blogue). Disponível em http://www.pontydysgu.org/2009/05/a-refection-on-reflection/
Oliveira, L. R. & Alves, M. P. (Orgs.) (2006). Aprendizagem Formal e Informal. I Encontro sobre e-Portefólio. Actas. Ludomedia – Conteúdos Didácticos e Lúdicos: Braga. Disponível em http://eportefolio.ese.ipsantarem.pt/eportefolio/images/stories/materiais/artigos/encontroe-portfolioportugal.pdf
Morgado, L. (2010). Ser Professor Online: Desafios de Ensinar na Rede. 1º Encontro UED Elearning 27 de Março de 2010. Disponível em http://www.slideshare.net/lmorgado/papel-do-professor-onlineensinar-na-rede?from=ss_embed
Porto S. C. (2005). A avaliação da Aprendizagem no Ambiente Online. In R. V. Silva e A. V. Silva (eds.) Educação, Aprendizagem e Tecnologia. Edições Sílabo: Lisboa.
Stefani, L., Mason, R. & Pegler, C. (2007). The educational potential of e-portfolios: supporting personal development and reflective learning. Londres: Routledge)
Lista de software antiplágio
-http://www.plagiarism-detector.com/?gclid=CIyG5dyhmqYCFcIj3wod4SuknQ
- http://turnitinsafely.com/buy_now_anti_plagiarism.html
-http://download.cnet.com/Viper-the-Anti-plagiarism-Scanner/3000-2051_4-10795356.html (gratuito)
- http://turnitin.com/static/index.php
28/12/2010
CAEL Tema 3 - A Actividade de Grupo
Perspectivas sobre avaliação pedagógica: a avaliação das aprendizagens em contexto online
Esta actividade teve como objectivo proporcionar uma análise e reflexão sobre as perspectivas, princípios e modalidades/estratégias que têm vindo a emergir na literatura atinente às questões específicas da avaliação das aprendizagens no contexto da educação online.
1. O trabalho de grupo
Nesta actividade de pequeno grupo, trabalhei com o Nuno. Lidos e analisados os textos propostos, trabalhámos colaborativamente numa Wiki. A complexidade dos artigos, que não obstante se complementam na identificação de grandes linhas de força sobre o tema em estudo, convocando, cada um, vasta bibliografia de suporte, tornou dispensável o recurso a outras fontes adicionais.
atividade_3
2. Considerações em jeito de reflexão
Uma das maiores dificuldades, quando somos instigados à elaboração de uma síntese, em grupo, num número reduzido de páginas, é tentar encontrar apenas o essencial de cada artigo e saber redigi-lo de forma concisa e sucinta. Com esforço, isso foi conseguido no produto final.
Foi importante a consciencialização sobre diferentes tendências na organização de cursos online: o modelo mais tradicional transposto do ensino presencial e o modelo baseado em princípios sócio-construtivistas (ligado à educação dialógica e problematizadora e reflectido na construção social do conhecimento). Porém, a realidade revela não haver campos rigidamente estanques.
Outra ideia central nesta temática está espelhada na reflexão final do nosso trabalho. Quando de concebem cursos online, é necessário que estes contemplem “um processo de avaliação completo que aponte para o conceito multidimensional da avaliação, para critérios válidos, juízos, decisões educativas, comentários, feedback dos professores e alunos, com o fim último de se obter uma aprendizagem progressiva e sólida”.
Esta actividade teve como objectivo proporcionar uma análise e reflexão sobre as perspectivas, princípios e modalidades/estratégias que têm vindo a emergir na literatura atinente às questões específicas da avaliação das aprendizagens no contexto da educação online.
1. O trabalho de grupo
Nesta actividade de pequeno grupo, trabalhei com o Nuno. Lidos e analisados os textos propostos, trabalhámos colaborativamente numa Wiki. A complexidade dos artigos, que não obstante se complementam na identificação de grandes linhas de força sobre o tema em estudo, convocando, cada um, vasta bibliografia de suporte, tornou dispensável o recurso a outras fontes adicionais.
atividade_3
2. Considerações em jeito de reflexão
Foi importante a consciencialização sobre diferentes tendências na organização de cursos online: o modelo mais tradicional transposto do ensino presencial e o modelo baseado em princípios sócio-construtivistas (ligado à educação dialógica e problematizadora e reflectido na construção social do conhecimento). Porém, a realidade revela não haver campos rigidamente estanques.
Outra ideia central nesta temática está espelhada na reflexão final do nosso trabalho. Quando de concebem cursos online, é necessário que estes contemplem “um processo de avaliação completo que aponte para o conceito multidimensional da avaliação, para critérios válidos, juízos, decisões educativas, comentários, feedback dos professores e alunos, com o fim último de se obter uma aprendizagem progressiva e sólida”.
10/12/2010
CAEL Tema 2 - A Discussão no Fórum
Directrizes de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online
Participei activamente ao longo da discussão e nos dois tópicos. A iniciativa de visualizar os principais elementos conducentes à identificação de directrizes de qualidade nos vários textos foi importante para fomentar o debate de ideias. Participei também prontamente na melhoria do mapa conceptual elaborado pelo colega Joaquim.
3. Considerações gerais
Pretendi que a tabela iniciada por mim no Google Docs fosse esquemática, porém, os colegas foram acrescentando características. Felizmente o trabalho do Joaquim, no mapa conceptual, conseguiu identificar o artigo/estudo com mais potencial de qualidade, partindo de directrizes generalistas, a saber:
- professores com formação adequada
- planificação/ pedagogias/ metodologias/teorias
- sistema informático/ tecnologia utilizada/ recursos
- aprendizagem centrada no aluno
- avaliação
A riqueza desta actividade consistiu, a meu ver, no facto de os participantes discutirem ideias consubstanciadas nos artigos e de as relacionarem com a actividade anterior: a qualidade no ensino e aprendizagem em cursos online.
4. Recursos do debate
Google Docs -
Mapa conceptual
1. Síntese dos assuntos abordados
Verificaram-se participações nos seguintes tótpicos:
Verificaram-se participações nos seguintes tótpicos:
- As diferentes perspectivas presentes nos vários artigos (64 participações);
- Directrizes comuns e não comuns de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online (13 participações)
2. Destaque do contributo individual
Os artigos propostos para análise nesta actividade constituem um manancial de conhecimento sobre directrizes de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online. As sínteses elaboradas pelos diferentes grupos foram uma ajuda preciosa para nos embrenharmos nas ideias dos artigos. Não obstante, a diversidade de perspectivas e abordagens dificulta a percepção sobre os modelos com que nos deparamos. No sentido de ter um esquema visual da caracterização das diferentes propostas e da identificação dos fundamentos subjacentes a modelos de avaliação de cursos online, tomei a iniciativa de construir uma tabela no Google Docs. Aí coloquei os elementos essenciais da perspectiva presente em cada artigo e os colegas foram acrescentando elementos, nomeadamente na área do artigo trabalhado.
Aqui fica uma imagem do resultado.
- Directrizes comuns e não comuns de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online (13 participações)
2. Destaque do contributo individual
Os artigos propostos para análise nesta actividade constituem um manancial de conhecimento sobre directrizes de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online. As sínteses elaboradas pelos diferentes grupos foram uma ajuda preciosa para nos embrenharmos nas ideias dos artigos. Não obstante, a diversidade de perspectivas e abordagens dificulta a percepção sobre os modelos com que nos deparamos. No sentido de ter um esquema visual da caracterização das diferentes propostas e da identificação dos fundamentos subjacentes a modelos de avaliação de cursos online, tomei a iniciativa de construir uma tabela no Google Docs. Aí coloquei os elementos essenciais da perspectiva presente em cada artigo e os colegas foram acrescentando elementos, nomeadamente na área do artigo trabalhado.
Aqui fica uma imagem do resultado.
Participei activamente ao longo da discussão e nos dois tópicos. A iniciativa de visualizar os principais elementos conducentes à identificação de directrizes de qualidade nos vários textos foi importante para fomentar o debate de ideias. Participei também prontamente na melhoria do mapa conceptual elaborado pelo colega Joaquim.
3. Considerações gerais
Pretendi que a tabela iniciada por mim no Google Docs fosse esquemática, porém, os colegas foram acrescentando características. Felizmente o trabalho do Joaquim, no mapa conceptual, conseguiu identificar o artigo/estudo com mais potencial de qualidade, partindo de directrizes generalistas, a saber:
- professores com formação adequada
- planificação/ pedagogias/ metodologias/teorias
- sistema informático/ tecnologia utilizada/ recursos
- aprendizagem centrada no aluno
- avaliação
A riqueza desta actividade consistiu, a meu ver, no facto de os participantes discutirem ideias consubstanciadas nos artigos e de as relacionarem com a actividade anterior: a qualidade no ensino e aprendizagem em cursos online.
4. Recursos do debate
Google Docs -
Mapa conceptual
05/12/2010
CAEL Tema 2 - A actividade de grupo
Directrizes de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online
Para o tema 2, “Directrizes de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online”, de entre os recursos disponíveis, seleccionei para trabalhar o artigo:
Achtemeier, S., Morris, L. & Finnegan, C. (2003) Considerations for Developing Evaluations of Online Courses, JALN, Vol 7, I.
Para isso juntei-me ao grupo, que por minha iniciativa, se designou “Grupo Developers” (Helena, Joaquim Lopes, Nuno e eu).
1. O trabalho de grupo
O trabalho de grupo consistia na leitura e análise do texto escolhido para se construir em conjunto uma síntese que focasse os seus principais aspectos, por forma a caracterizar a proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online. Na elaboração do trabalho foram utilizadas as ferramentas do Moodle e do Google Docs, bem como o mail.
O trabalho final foi alojado no Scribd neste endereço (http://www.scribd.com/doc/44495023/Achtemeier-et-al)
Achtemeier et al
Aquando da apresentação do trabalho no fórum, colocamos a seguinte introdução, com uma questão para se poder abrir o debate na fase seguinte:
“Neste artigo de Achtemeier et al, a proposta de avaliação da qualidade de cursos online consiste na categorização de princípios recolhidos da revisão da bibliografia centrada nas práticas eficazes de ensino e aprendizagem em cursos online. Para se chegar a um quadro conceptual de itens orientadores da avaliação da qualidade dos cursos procede-se à comparação da presença destes princípios em itens que integrem instrumentos de avaliação em uso numa determinada instituição.
Lançamos-vos uma pergunta:
Se pretendesse construir um inquérito de avaliação da qualidade dos cursos online, quais seriam os principais aspectos que incluiria?”
2. A contribuição individual
O contributo individual está comprovado na participação no fórum do grupo. Inicialmente tínhamos previsto que cada um faria uma síntese de uma parte. Apercebi-me que dado o aproximar do prazo para o términos da actividade, o mais sensato seria apresentar uma sugestão de síntese de todo o texto ao grupo. Esta iniciativa revelou ser a mais adequada, tendo sido a estratégia seleccionada pelo grupo. Com a colaboração de todos, o texto ficou pronto.
3. Considerações gerais
Ler, analisar e sintetizar artigos, quer individualmente quer em grupo, é das actividades que mais aprecio, já que integram uma competência em que tenho prática e facilidade e que considero ser essencial para a apreensão de ideias e conceitos importantes em todos os temas de CAEL.
Por condicionalismos ligados às características dos elementos do grupo, ou por força das circunstâncias, esta foi uma actividade em que se usou mais o fórum do grupo no Moodle para trabalhar do que o espaço do Google Docs criado e (pouco) usado para o efeito. A diferença notada foi no uso da plataforma, quase como ferramenta síncrona. Esta pequena mudança não alterou a qualidade do trabalho apresentado.
Conhecer a dinâmica de grupo é importante, no sentido de reconhecermos as capacidades de cada elemento e aproveitá-las para o fim comum. É necessário também saber quando é mais necessária a nossa intervenção, no caso de um dos elementos estar impossibilitado de participar em determinado momento, que pode ser fulcral. É o espírito de entreajuda a funcionar.
Para o tema 2, “Directrizes de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online”, de entre os recursos disponíveis, seleccionei para trabalhar o artigo:
Achtemeier, S., Morris, L. & Finnegan, C. (2003) Considerations for Developing Evaluations of Online Courses, JALN, Vol 7, I.
Para isso juntei-me ao grupo, que por minha iniciativa, se designou “Grupo Developers” (Helena, Joaquim Lopes, Nuno e eu).
1. O trabalho de grupo
O trabalho de grupo consistia na leitura e análise do texto escolhido para se construir em conjunto uma síntese que focasse os seus principais aspectos, por forma a caracterizar a proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online. Na elaboração do trabalho foram utilizadas as ferramentas do Moodle e do Google Docs, bem como o mail.
O trabalho final foi alojado no Scribd neste endereço (http://www.scribd.com/doc/44495023/Achtemeier-et-al)
Achtemeier et al
Aquando da apresentação do trabalho no fórum, colocamos a seguinte introdução, com uma questão para se poder abrir o debate na fase seguinte:
“Neste artigo de Achtemeier et al, a proposta de avaliação da qualidade de cursos online consiste na categorização de princípios recolhidos da revisão da bibliografia centrada nas práticas eficazes de ensino e aprendizagem em cursos online. Para se chegar a um quadro conceptual de itens orientadores da avaliação da qualidade dos cursos procede-se à comparação da presença destes princípios em itens que integrem instrumentos de avaliação em uso numa determinada instituição.
Lançamos-vos uma pergunta:
Se pretendesse construir um inquérito de avaliação da qualidade dos cursos online, quais seriam os principais aspectos que incluiria?”
2. A contribuição individual
O contributo individual está comprovado na participação no fórum do grupo. Inicialmente tínhamos previsto que cada um faria uma síntese de uma parte. Apercebi-me que dado o aproximar do prazo para o términos da actividade, o mais sensato seria apresentar uma sugestão de síntese de todo o texto ao grupo. Esta iniciativa revelou ser a mais adequada, tendo sido a estratégia seleccionada pelo grupo. Com a colaboração de todos, o texto ficou pronto.
3. Considerações gerais
Ler, analisar e sintetizar artigos, quer individualmente quer em grupo, é das actividades que mais aprecio, já que integram uma competência em que tenho prática e facilidade e que considero ser essencial para a apreensão de ideias e conceitos importantes em todos os temas de CAEL.
Por condicionalismos ligados às características dos elementos do grupo, ou por força das circunstâncias, esta foi uma actividade em que se usou mais o fórum do grupo no Moodle para trabalhar do que o espaço do Google Docs criado e (pouco) usado para o efeito. A diferença notada foi no uso da plataforma, quase como ferramenta síncrona. Esta pequena mudança não alterou a qualidade do trabalho apresentado.
Conhecer a dinâmica de grupo é importante, no sentido de reconhecermos as capacidades de cada elemento e aproveitá-las para o fim comum. É necessário também saber quando é mais necessária a nossa intervenção, no caso de um dos elementos estar impossibilitado de participar em determinado momento, que pode ser fulcral. É o espírito de entreajuda a funcionar.
CAEL Tema 1 - A actividade de grupo
Qualidade no Ensino e Aprendizagem em Cursos Online: Uma Teia de factores
O objectivo deste tema prendia-se com a análise de perspectivas sobre a qualidade em e-learning, no sentido de identificar questões e factores emergentes na respectiva avaliação. As competências foram estipuladas para clarificar conceitos correlacionados com a qualidade em e-learning e fazer o levantamento dos factores que determinam a qualidade de cursos online
Para a prossecução do objectivo da actividade, previa-se a leitura e a tradução dos artigos:
Penna, M. P. & Stara, V. (2008). Approaches to E-learning Quality Assessment.
Wisenberg, F. & Stacey, E. (2005). Reflections on Teaching and Learning Online: Quality program design, delivery and support issues from a cross-global perspective.
Para levarmos a cabo o trabalho colaborativo, optou-se pelo espaço de uma Wiki que foi criada pela Mª João (http://cael2010.pbworks.com/w/page/31893955/Atividade-1) Aí se procedeu à selecção do artigo e à parte individual a traduzir. Optei pelo 2.º texto, pelas páginas 387-388 (conforme a imagem).
A actividade colaborativa de tradução foi intensa, atestam-no quer os comentários na Wiki, quer os vários tópicos de discussão no Fórum da Actividade 1, plataforma Moodle, (por ex., o tópico Tradução ‘Reflections on Teaching and Learning Online’ contou com 50 participações). As intervenções dos colegas não se limitaram ao artigo seleccionado.
2. Contribuição individual
Como a minha formação de base se situa na área das línguas e literatura modernas, e profissionalmente no inglês, senti ter capacidades para intervir com frequência e de forma sustentada. Percebendo a finalidade da tarefa, não fiz questão em defender de forma acérrima determinada proposta que porventura se adequaria melhor ao contexto e à correcção linguística.
3. Considerações gerais
Pessoalmente, encaro como interessantes as actividades que exigem tradução, pelo facto de, por vezes, algumas expressões exigirem definições de conceitos inerentes ao e-learning (caso contrário não haveria motivo para direccionar energia para a tradução). Reconheço, não obstante, desde o início do curso, que há várias designações no âmbito do e-learning sem equivalência do inglês para o português, que dão azo não propriamente a diferentes interpretações, mas a expressões inexactas para o contexto. Deixo o exemplo da expressão “instructor”. “Instructor” não equivale a “professor” nem a “instrutor”. A questão foi levantada logo no 1.º semestre na UC de Comunicação Educacional, tendo sido aceite a sugestão do Professor Quintas-Mendes para “formador”. No artigo “Reflections on Teaching and Learning Online…” é utilizado 8 vezes o nome “instructor”; na tradução do artigo é usada 5 vezes a expressão instrutor(es) e apenas uma vez aquela que seria a expressão equivalente mais adequada - formador. Houve outras discussões e recomendações feitas no fórum que não foram seguidas na tradução no ambiente da Wiki. Evidentemente, estas questões não criam obstáculos ao desenvolvimento das competências previstas para esta actividade. No entanto, há pelo menos uma ilação a retirar: o e-learning é um sistema recente, estando a dimensão da “Presença Social” consolidada é necessário trabalhar mais para a excelência, sobretudo ao nível da “Presença Cognitiva”.
O objectivo deste tema prendia-se com a análise de perspectivas sobre a qualidade em e-learning, no sentido de identificar questões e factores emergentes na respectiva avaliação. As competências foram estipuladas para clarificar conceitos correlacionados com a qualidade em e-learning e fazer o levantamento dos factores que determinam a qualidade de cursos online
1. O trabalho de grupo
Para a prossecução do objectivo da actividade, previa-se a leitura e a tradução dos artigos:
Penna, M. P. & Stara, V. (2008). Approaches to E-learning Quality Assessment.
Wisenberg, F. & Stacey, E. (2005). Reflections on Teaching and Learning Online: Quality program design, delivery and support issues from a cross-global perspective.
Para levarmos a cabo o trabalho colaborativo, optou-se pelo espaço de uma Wiki que foi criada pela Mª João (http://cael2010.pbworks.com/w/page/31893955/Atividade-1) Aí se procedeu à selecção do artigo e à parte individual a traduzir. Optei pelo 2.º texto, pelas páginas 387-388 (conforme a imagem).
A actividade colaborativa de tradução foi intensa, atestam-no quer os comentários na Wiki, quer os vários tópicos de discussão no Fórum da Actividade 1, plataforma Moodle, (por ex., o tópico Tradução ‘Reflections on Teaching and Learning Online’ contou com 50 participações). As intervenções dos colegas não se limitaram ao artigo seleccionado.
2. Contribuição individual
Como a minha formação de base se situa na área das línguas e literatura modernas, e profissionalmente no inglês, senti ter capacidades para intervir com frequência e de forma sustentada. Percebendo a finalidade da tarefa, não fiz questão em defender de forma acérrima determinada proposta que porventura se adequaria melhor ao contexto e à correcção linguística.
3. Considerações gerais
Pessoalmente, encaro como interessantes as actividades que exigem tradução, pelo facto de, por vezes, algumas expressões exigirem definições de conceitos inerentes ao e-learning (caso contrário não haveria motivo para direccionar energia para a tradução). Reconheço, não obstante, desde o início do curso, que há várias designações no âmbito do e-learning sem equivalência do inglês para o português, que dão azo não propriamente a diferentes interpretações, mas a expressões inexactas para o contexto. Deixo o exemplo da expressão “instructor”. “Instructor” não equivale a “professor” nem a “instrutor”. A questão foi levantada logo no 1.º semestre na UC de Comunicação Educacional, tendo sido aceite a sugestão do Professor Quintas-Mendes para “formador”. No artigo “Reflections on Teaching and Learning Online…” é utilizado 8 vezes o nome “instructor”; na tradução do artigo é usada 5 vezes a expressão instrutor(es) e apenas uma vez aquela que seria a expressão equivalente mais adequada - formador. Houve outras discussões e recomendações feitas no fórum que não foram seguidas na tradução no ambiente da Wiki. Evidentemente, estas questões não criam obstáculos ao desenvolvimento das competências previstas para esta actividade. No entanto, há pelo menos uma ilação a retirar: o e-learning é um sistema recente, estando a dimensão da “Presença Social” consolidada é necessário trabalhar mais para a excelência, sobretudo ao nível da “Presença Cognitiva”.
CAEL - Roteiro de Conteúdos
Tema 1
Qualidade no Ensino e Aprendizagem em cursos online: Uma teia de factores
Objectivo: análise de perspectivas sobre a qualidade em e-Learning, procurando constituir um pano de fundo onde emergem questões e factores a considerar na sua avaliação.
Competências a desenvolver:
- Clarificar conceitos correlacionados com a qualidade em e-learning
- Fazer o levantamento dos factores que determinam a qualidade de cursos online
Recursos:
Penna, M. P. & Stara, V. (2008). Approaches to E-learning quality Assessment. http://isdm.univ-tln.fr/PDF/isdm32/isdm_pietronilla.pdf
Wisenberg, F. & Stacey, E. (2005). Reflections on teaching and Learning Online: Quality program design, delivery and support issues from a cross-global perspective. Distance Education Vol.26, 3, (385-404). http://casat.unr.edu/docs/Weisenberg2005.pdf
Tema 2
Directrizes de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online
Objectivo: caracterizar diferentes modelos de desenvolvimento/avaliação da qualidade de cursos online.
Competências a desenvolver:
- Caracterizar diferentes propostas de desenvolvimento/avaliação da qualidade de cursos online;
- Identificar fundamentos subjacentes a modelos de avaliação de cursos online.
Recursos:
Achtemeier, S. D., Morris, L.V. & Finnegan, C. L. (2003). Considerations for Developing Evaluations of Online Courses. JALN 7, Issue 1.
http://www.edtechpolicy.org/ArchivedWebsites/Articles/ConsiderationsDevelopingEvaluations.pdfVolume
Carr-Chellman, A. & Duchastel, P. (2000). The ideal online course. British Journal of Educational Technology, Vol 31, 3 (229-241).
http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/Carr-Chellaman%202000.pdf
Herrington, A., Herrington, J., Oliver, R., Stoney, S. & Willis, J. (2001). Quality Guidelines for online Courses: The Development of an Instrument to Audit Online Units. In G. Kennedy, M. Keppell, C. McNaught & T. Petrovic (Eds.) Meeting at the crossroads: Proceedings of ASCILITE 2001 (pp 263-270).
Tinker, R. (2001). E-learning Quality: The Concord Model for Learning from a Distance. NASSP Bulletin, Vol. 85, No. 628, 36-46
Holsapple, C. W. & LEE-POST, A. (2006). Defining, Assessing, and promoting E-learning Success: An information systems perspective. Decision Sciences Journal of Innovative Education, Vol.4 Nº1 (pp 67-85)
Tema 3
Perspectivas sobre avaliação pedagógica: a avaliação das aprendizagens em contexto online
Objectivo: proporcionar uma análise, reflexão e discussão sobre as perspectivas, princípios e modalidades/estratégias que têm vindo a emergir na literatura que aborda as questões específicas da avaliação das aprendizagens no contexto da educação online.
Competências a desenvolver:
- Caracterizar perspectivas sobre a avaliação das aprendizagens em contexto online.
Recursos:
Barberà, E. (2006). Aportaciones de la tecnología a la e-Evaluación. RED. Revista de Educación a Distancia, Año V. Número monográfico VI. http://www.um.es/ead/red/M6/
Primo, A. (2006). Avaliação em processos de educação problematizadora online. In: Marco Silva; Edméa Santos. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, v. , p. 38-49. http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/EAD5.pdf
Gomes, M. J. (2009). Problemáticas da avaliação online. Actas da VI Conferência Internacional das TIC na Educação - Challenges 2009.
Tema 4
Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação em contexto de formação online
Objectivo: proporcionar uma análise, reflexão e discussão sobre as modalidades/estratégias, instrumentos e actividades que têm vindo a emergir na literatura sobre avaliação das aprendizagens em contextos de educação/formação online.
Competências a desenvolver:
- Definir e fundamentar diferentes modalidades, instrumentos e actividades de avaliação de aprendizagens em contexto online
Recursos:
Barrett, H. (2005). White Paper: Researching Electronic Portfolios and Learner Engagement. In Journal of Adolescent and Adult Literacy (JAAL-International Reading Association). http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.123.1428&rep=rep1&type=pdf
Catherine, M., Luca, J. (2001). Quality in online delivery: What does it Mean for assessment in E-learning Environments? ASCILITE 2001 Conference proceedings.
http://ascilite.org.au/conferences/melbourne01/pdf/papers/mcloughlinc2.pdf
Hammond, M. (2005). A review of recent papers on online discussion in teaching and learning in higher education. Journal of Asynchronous Learning Networks. http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.109.1716&rep=rep1&type=pdf
Mason, R., Pegler, C. & Weller M. (2004). E-Portfolios: an assessment tool for online courses. British Journal of Educational Technology, Vol 35, 6 (717-727)
http://www.sarasotaintranet.usf.edu/ir/Documents/DistanceLearning/mason.pdf
Vonderwell, S., Liang, X. & Alderman, K. (2007). Asynchronous Discussions and assessment in Online Learning. Journal of Research on Technology in Education; Spring 2007; 39, 3; ProQuest Education Journals, pg. 309
http://eric.ed.gov/PDFS/EJ768879.pdf
30/11/2010
Tema 1 - Identificação dos factores responsáveis pelo sucesso/qualidade de cursos online
A fase 2 desta actividade 1 pressuponha uma identificação dos factores responsáveis pelo sucesso/qualidade de cursos online. Apercebendo-me que os colegas estavam a realizar esta parte do trabalho de forma individual e a colocá-la no fórum geral, segui o exemplo destes. Com base nos artigos trabalhados, apresentei no fórum o seguinte texto, que transponho com pequenas alterações:
Identificação dos factores responsáveis pelo sucesso/qualidade de cursos online
Em primeiro lugar, é significativo o facto de a professora Lúcia Amante ter associado à qualidade do ensino-aprendizagem em contexto online, no título do tema, a expressão “uma teia de factores”. É de facto a imagem de teia que nos perpassa após a análise dos artigos: há vários factores, vistos sob várias perspectivas, tudo interligado sem linhas hierárquicas.
O artigo “Approaches to E-Learning Quality Assessment” dá-nos uma visão abrangente sobre a problemática em apreço. Um dado que não é irrisório prende-se com o facto de o e-learning ser um sistema recente, daí que ainda se façam esforços no sentido de estabelecer delimitações para o que se entende como “sucesso” – este dado é relevante para os interessados na investigação sobre o tema.
A um nível macro-estrutural são apresentados dois quadros referenciais o ISO/IEC19796-1: 2005 e o European Quality Observatory (EQO) que recomendam uma lista de sugestões e prescrições sem indicações para uma implementação em termos práticos. Interessará mais a grandes organizações e instituições conhecer estes quadros.
Fora deste âmbito macro, proliferam modelos de avaliação da qualidade do e-learning. São destacados dois, conceptualmente assaz distintos: o Modelo de Sucesso de E-Learning (de Holsapple e Lee-Post, 2006) e o modelo conceptual de Klein et al. (2006), o primeiro enfatizando a vertente da capacidade do estudante em estudar online e o segundo a vertente da motivação. Outros modelos, como o adoptado por Lime et al. (2007) amplificam as dimensões sobre as quais recai a eficácia do ensino online. Para um conceptor de um curso ou para um professor que ambiciona quer um bom desempenho dos estudantes, quer o funcionamento eficaz do curso é fundamental ter em consideração aspectos múltiplos como: a motivação e a auto-eficácia do formando, o conteúdo do ensino, o nível de comunicação entre formador e formando, o ambiente organizacional e a facilidade de uso dos recursos online, entre outros.
O segundo artigo traduzido (de Wiesenberg e Stacey, 2005) assume uma dimensão mais específica, pois parte de experiências de ensino. De novo ficou patente que a qualidade do ensino a distância depende da inter-relação de múltiplos factores relacionados com a concepção e implementação dos programas, da abordagem de ensino, das características e desempenho do professor e do estudante e do apoio institucional/administrativo da entidade formadora.
Considerações
Como estudante em e-learning, há três questões/factores que me suscitam interesse:
- A abordagem mista (ensino online com momentos em ambiente presencial) não é actualmente imprescindível para a construção de uma comunidade online, graças às possibilidades de comunicação proporcionadas pela Web (redes sociais) e aos ambientes virtuais sofisticados, como o Second Life.
- É pertinente verificar a relevância do desempenho dos vários papéis por parte do professor e a consequente influência repercutida no (bom) funcionamento/sucesso/satisfação de elementos interligados.
- O aspecto crítico da organização online, no sentido de o estudante aprender a gerir o seu tempo. Concordo com os autores quando afirmam que esta área carece de investigação. A meu ver, o peso avassalador do tempo dispendido neste tipo de ensino não passa apenas por uma melhor organização pessoal, passará também por alterações ao nível da concepção e implementação dos programas (metodologias e estratégias pedagógicas).
22/11/2010
CAEL Tema 1 - A Discussão no Fórum
Qualidade no Ensino e Aprendizagem em Cursos Online: Uma Teia de factores

1. Síntese dos assuntos abordados
Identificaram-se os factores de qualidade em e-learning em tópicos com sínteses individuais ou noutros tópicos que iam recebendo feedback de diverso tipo. Por sugestão da Professora, a discussão enveredou para a mobilização da experiência dos mestrandos online e para uma análise na perspectiva de futuros conceptores de cursos em e-learning e de futuros professores/formadores. A questão do retorno do investimento foi muito debatida.
Outros tópicos de discussão:
- Diferentes estilos de aprendizagem dos alunos e a sua adaptação ao contexto online.
- A utilização pedagógica dos meios tecnológicos
- Factores de qualidade do MPEL4
- Uma Teia de Factores
- Qualidade versus Sucesso?
2. Destaque do contributo individual
Nas minhas intervenções dei feedback às participações de alguns colegas, o que considero importante para imprimir um estilo de conversação, direccionado ao tema e redigido de forma a confirmar algo ou acrescentar algum pormenor. Tomei a iniciativa de iniciar um tópico intitulado “Parte 2 da actividade - Uma Teia de Factores”. Neste tópico, revi as intervenções dos colegas, nas quais era notória a “a inter-relação, em teia, dos factores que confluem para a qualidade dos cursos online”. Entre esses factores tinha surgido a vertente dos estudantes e da exigência de disponibilidade para o ensino online, a vertente dos professores, a concepção das UC, os benefícios da utilização da Internet. Finalizava apelando a intervenções que apontassem outros factores para acrescentar à teia.
3. Considerações gerais
A discussão no fórum foi muito participada, mas difícil de sintetizar, pois aglomeraram-se num só fórum tópicos relacionados com todas as fases da actividade, daí que a discussão propriamente dita tenha ficado dispersa e ou diluída.
Fomos brindados como um mapa conceptual, da autoria da Mª João que sintetiza a compreensão dos artigos estudados. Iniciou-se também uma partilha significativa de referências bibliográficas.
4. Bibliografia referida no debate
Sobre ISSO
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/view/5774/4195
http://www.computer.org/portal/web/csdl/doi/10.1109/ICALT.2006.196
http://www.cniv.ro/2007/disc2/icvl/documente/pdf/invited/invited2.pdf
Outra
- Barros, D., M., (2008). Estilos de Aprendizagem. Slideshare. http://www.slideshare.net/cplp/estilos-de-aprendizagem (Estilos de aprendizagem)
- Gagné, R., Wager, W, Golas, K & Keller, J.M. (2005). Principles of Instructional Design. Belmont (CA): Wadsworth.
- Garrett, J. (2002). The elements of user experience: User-centered design for the web. Alga News Riders.
- Krug, S. (2006). Don't make me think: A common sense approach to web usability. 2nd ed. Alga News Riders.
- Morrison, D. (2003). E-learning strategies: How to get implementation and delivery right first time. Hoboken (NJ): Wiley.
- Pickett, A. (2007). What Works? Sloan-C. Slideshare. http://www.slideshare.net/alexandrapickett/the-role-of-a-successful-online-instructor-316504
Mapas conceptuais
http://www.mindomo.com/
http://cmap.ihmc.us/
19/05/2010
Learning object - Transparency in online education
For the learning object on transparency in online education I chose a glogster tool. It seems a bit naive because of the amount of gadgets, but it has a lot of information hidden. When you see an arrow click to read the text below. When you see a circle, click because it is a link. Don't forget to view in full size mode. For the references and other background information check my annotated bibliography on the same theme.
Transparency is seen here only in an online educational perspective.
Subscrever:
Mensagens (Atom)









